Banho e Tosa Veterinária

Carinho, respeito, treinamento, apoio veterinário,
conhecimento técnico, segurança, paciência,
ambiente positivo de trabalho, além de produtos e
equipamentos de qualidade.
Traga seu pet para nos conhecer.

Agende agora mesmo via Whatsapp
 

Banho


O banho do cão se tornou parte fundamental da rotina familiar devido ao estreitamento com a vida humana e seus hábitos. O treinamento e conhecimento dos profissionais dessa área deve englobar não só os fatores estéticos, mas principalmente, os de bem- estar e saúde.

O momento do banho deve ser o menos estressante possível e os cuidados individualizados segundo as necessidades do animal, sejam elas físicas ou orgânicas, como delicadeza no manuseio de animais geriátricos, com problemas articulares, cardiopatas, epiléticos, recém-operados, amedrontados, ansiosos etc.

Em caso de dúvidas ou necessidade os funcionários solicitam a presença do veterinário no setor de banho.

O profissional deve estar capacitado a orientar os tutores dos animais sobre a importância de alguns cuidados, assim como desmistificar conceitos errados habituais no mercado.

Dúvidas mais frequentes:


Frequência de banhos em cães e gatos


A frequência de banhos vai depender do tipo de pelagem e de possíveis problemas de pele. Os cães podem tomar banhos semanalmente ou a cada 15 dias. Devemos levar em consideração a raça, os hábitos do animal, se ele tem convívio estreito com a família etc. Cães com problemas de pele como seborréia ou piodermites podem necessitar de até 2 banhos por semana, de acordo com a orientação do médico veterinário. Os gatos são animais que promovem a própria higienização através do hábito da lambedura. Por esse motivo e por causar extremo stress nessa espécie, o banho deve ser evitado ao máximo, salvo em casos de tratamento dermatológico ou em animais que, por qualquer motivo, não promovam a auto-limpeza. Os felinos necessitam de escovação do pelo, diariamente, para auxiliar na higiene e reduzir a ingestão e formação de bolas de pelos e vômitos. No caso de cães de pelo longo, a escovação diária é fundamental para não promover formação de nós e reduzir o incômodo e o tempo da secagem pós- banho. Em cães de pelo curto reduz a queda de pelos pela casa.

A temperatura da água deve ser morna, para que o banho seja uma experiência agradável e não agrida a pele do animal. Nossos chuveiros são aquecidos a gás e têm a temperatura controlada através de termostato.

Secador ou máquina de secar?


A secagem é iniciada sempre com uma toalha, enxugando bem a cabeça e as orelhas, retirando então o algodão hidrófobo (impermeável) dos ouvidos para depois secar o corpo. O soprador é utilizado para eliminar o excesso de água, em seguida é a vez do secador ou máquina de secar. Animais de pelo longo ou denso vão exigir o uso de secadores para finalização, desembolo e escovação dos pelos.

Muitas pessoas, por desconhecimento, se afligem com o uso da máquina de secar. Para o animal ela é a melhor opção (principalmente os felinos). Sua temperatura é totalmente controlada, silenciosa e a distribuição do ar equilibrada, promovendo maior conforto e tranquilidade ao pet. Em nossa clínica contamos com uma máquina totalmente envidraçada para que o pet tenha visualização tanto do espaço interno do setor de banho e tosa como do movimento da rua, gerando uma distração e reduzindo o stress, e ela é utilizada somente nos pets que se sentem confortáveis com essa opção.

Que tipo de problemas um banho inadequado pode ocasionar ao animal?


Quando não aplicado por profissionais treinados e bem orientados e na utilização de produtos de baixa qualidade seu pet corre riscos, desde problemas dermatológicosos, de ouvido, oftálmicos, aumento excessivo da temperatura corpórea, lesões entre outros.

Quando dar o primeiro banho?


Banho de socialização


Os filhotes apresentam um período de socialização que compreende até por volta de 5 meses de idade. Nesse período devemos apresentar a eles tudo o que fará parte de sua rotina de vida e eles entenderão isso como “amigável”. A realização do banho de socialização deve acontecer antes do fechamento desse período, e nada mais é do que promover um banho agradável com brincadeira, carinho, apresentando ao filhote o contato de forma lúdica com o soprador, secador e a rotina de banho em pet, para que ele não crie medo de banho para o resto da vida. Esse banho deve ser feito com toda a responsabilidade e em local confiável, pois esse filhote estará sem seu esquema vacinal completo.

Nossos profissionais estão preparados para esse evento e atentos a esse fato, sendo a banheira e os equipamentos higienizados para esse momento especial. Esses banhos são agendados em dias e horários específicos para garantir a segurança do paciente e tranquilidade ao filhote.

Hidratação


A hidratação da pele é fundamental para manter a barreira de proteção da derme intacta. A alteração causada pelo ressecamento provoca coceira e facilita a entrada de microorganismos como bactérias e fungos, favorecendo a instalação de doenças dermatológicas. Podemos notar isso facilmente em nossa pele. Quando ela está ressecada, muitas vezes sentimos coceira. As temperaturas de inverno e verão, o uso dos secadores e xampus de tratamento, características específicas de algumas raças, são as maiores causas de ressecamento. Portanto, com exceção de animais de pele oleosa que necessitam de terapia específica, todos os cães devem fazer hidratações frequentes.

Glândula anal


Por falta de conhecimento e treinamento, infelizmente esse é um dos pontos de maior falha e dúvida nos banhos oferecidos pelos pet shops.

Muitas pessoas não sabem que os cães e gatos possuem duas glândulas sob a pele, localizadas lateralmente ao ânus. Elas são aproximadamente do tamanho de uma ervilha em animais de pequeno porte e de uma uva nos animais de grande porte. Elas armazenam e secretam um líquido muito fétido de cor castanha que é eliminado automaticamente sempre que defecam. Essa substância tem a função de marcar território e, através de seu cheiro, passar uma série de informações aos outros cães. As funções exatas da secreção das glândulas anais ainda são desconhecidas, mas são aceitas suposições de marcação territorial e liberação de feromônios. É possível que, em tempos remotos, servissem para o animal ganhar alguns segundos na fuga de um predador. Em momentos de stress ou ansiedade o pet pode liberar de forma involuntária essa secreção. Isso acontece comumente no consultório durante o exame físico por animais mais temerosos. Por isso eles sempre cheiram a região perineal uns dos outros quando se encontram. Essa glândula, assim como outras dispersas pelo corpo dos cães e gatos, secretam feromônios de comunicação. Em situações normais essas glândulas não são visíveis. Se o seu animal está muito incomodado, se lambendo, esfregando o ânus no chão ou coçando a região, pode haver algo errado com a glândula e o pet deve ser avaliado.

Por vários motivos, incluindo o ressecamento da secreção pelo não esvaziamento correto da glândula, ocorre infecção, abcessos e inflamação do saco anal, causando muita dor e desconforto ao animal, patologia muito frequente na rotina de atendimento veterinário. A grande maioria dos profissionais que lidam com cães e gatos não sabe como, nem quando deve realizar o esvaziamento da glândula. É comum nossos pacientes, vindos de pós- banho em outros estabelecimentos, estarem com a glândula cheia e muitas vezes os tutores relatam que o profissional disse ter esvaziado ou que não seria necessário.

O profissional treinado deve verificar a glândula em todos os banhos e promover seu esvaziamento caso ela esteja cheia e não apertá-la se estiver vazia. Também deve estar apto a identificar se a secreção da glândula está alterada (o que pode sugerir uma infecção) para orientar os tutores e informar os veterinários. Nossos funcionários são capacitados para realizar esse procedimento fundamental para os pets.

Corte de unhas


Assim como as nossas, as unhas dos cães e gatos também crescem continuamente e necessitam de desgaste natural ou então devem ser cortadas. Eles gastam suas unhas naturalmente com atividades como caminhada e arranhando objetos. Animais que caminham pouco, vivem mais confinados ou em pisos lisos necessitam que suas garras sejam aparadas periodicamente. Unhas compridas podem machucar e até reduzir a qualidade de vida do animal, pois interferem na “pisada”, alterando a locomoção, causando deformidades posturais, enroscando-se em tecidos e objetos, podendo causar o arrancamento da unha ou ainda crescerem ao ponto de encravar na pele (comum de ocorrer naquela unha mais alta que não encosta no chão). Animais mais velhos que andam pouco também apresentam suas unhas mais compridas piorando ainda mais o já deficiente equilíbrio e causando dor e desconforto ao caminhar.

Além disso, no caso dos gatos, o corte de unha evita alguns acidentes por arranhaduras, seja entre os animais ou com a família, principalmente quando vamos medicá-los ou simplesmente pegá-los no colo.

As unhas devem ser verificadas no ato do banho e, quando necessário, aparadas.

Tosa


Nossos profissionais do setor de tosa e estética se mantêm atualizados com as tendências de tosa das mais diversas raças. São constantemente orientados quanto às medidas de proteção e segurança dos animais. Além das tosas específicas de cada raça, o profissional está apto a propor uma opção mais adequada às necessidades individuais do pet e do tutor, como idade, conforto, gestação, doenças crônicas, dermatopatias entre outras.

Por que fazer tosa higiênica?

O principal ponto de atenção é o crescimento dos pelos na parte de baixo das patas. Esses pelos encobrem os coxins (as almofadinhas) que servem para manter a aderência do corpo ao solo, ocasionando o deslizamento do corpo, alterando a postura, afetando principalmente a coluna e as articulações (como se você andasse com uma meia escorregadia).
Os pelos ao redor do bumbum também podem ser aparados para facilitar a higienização e não favorecer o acúmulo de restos de fezes ou urina.
Apesar de ser amplamente aplicado no setor pet, não recomendamos a tosa da barriga por não haver um benefício específico nesse hábito e ser essa a região de maior ocorrência de alergia pós- tosa.
A tosa higiênica é realizada em média 2 vezes ao mês, mas difere entre os animais porque depende do tipo de pelo e da velocidade de crescimento.